50/ 63Os indicados no Rio
Quatro aliados de Flávio no Rio: um impedido, um inelegível, dois presos
Desde 2018, Flávio apoiou quatro nomes no Rio: fez campanha com Wilson Witzel[1], costurou a chapa de Cláudio Castro[2], sinalizou apoio a Rodrigo Bacellar[3] e anunciou Márcio Canella para o Senado[4]. Witzel sofreu impeachment[5], Castro foi declarado inelegível[6], e Bacellar e Canella foram presos[7][8]. Flávio não é investigado nesses casos.
Flávio Bolsonaro
Senador e candidato a presidente (PL)
01
Wilson Witzel
Ex-governador. Sofreu impeachment em 2021; réu no STJ por corrupção e lavagem [5][9]
02
Cláudio Castro
Eleito governador do Rio em 2022. Inelegível até 2030, por decisão do TSE [6]
Chapas do PL 2022
Em 2022, Flávio “foi escalado como o responsável por costurar as chapas do PL no Estado”, com Castro candidato à reeleição[2].
Candidato ao Senado fev. 2026
Em Brasília, Flávio anunciou: “nossos candidatos ao Senado no Rio serão Cláudio Castro e Márcio Canella”[4]. Em março, o TSE declarou Castro inelegível até 2030[6].
03
Marcus Amim
Ex-secretário de Polícia Civil de Castro. Preso preventivamente pela PF [10]
04
Alessandro Pitombeira
Ex-secretário de Castro. Réu no TRF-2 em suposto esquema ligado ao CV [11]
05
Allan Turnowski
Ex-chefe da Polícia Civil. Preso em 2022; responde em liberdade [12][13]
06
Márcio Canella
Ex-prefeito de Belford Roxo, deputado estadual eleito. Preso preventivamente pela PF [14][8][15]
Candidato ao Senado fev. 2026
Canella foi o outro nome anunciado por Flávio para o Senado[4]. Em agosto, desistiu para disputar vaga de deputado estadual[23].
Mãe na suplência fev. 2026
Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio, “havia sido escolhida para ser a 1ª suplente da pré-candidatura ao Senado de Márcio Canella”[15].
Apoio integral abr. 2026
Flávio publicou vídeo com Canella[15] e reafirmou “apoio integral, 100%”. Aliados dizem que ele se afastou após uma operação da PF em julho[24].
07
Rodrigo Bacellar
Ex-presidente da Alerj. Réu no STF por obstrução de investigação [16]
Sinal de apoio mai. 2025
Flávio “sinaliza apoio a Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj”, então “favorito de Cláudio Castro para o governo do RJ em 2026”[3].
Encontro em Búzios jul. 2025
Flávio e Bacellar, então governador em exercício, reuniram prefeitos e deputados em Búzios[25]. Em 17 de julho, Flávio disse: “Houve precipitação na escolha do Bacellar”[26].
08
TH Joias
Ex-deputado estadual. Réu na Justiça Federal por envolvimento com o CV [17]
Vazamento set. 2025 com Rodrigo Bacellar
Segundo a acusação, Bacellar soube antes da Operação Zargun, contra chefes do CV no Complexo do Alemão, e repassou a informação, o que permitiu retirar provas antes das buscas[16]. Ele “foi acusado de passar informações da Zargun para TH Joias”[17]. A defesa “permanece convicta da futura e justa absolvição”[16].
09
Douglas Ruas
Governador eleito em 2026. Investigado pelo MPRJ, em fase inicial [18][19]
Ato de campanha out. 2026
Ao lado de Ruas, Flávio disse que os dois estão alinhados em “declarar guerra” ao crime organizado[21].
10
Capitão Nelson
Prefeito de São Gonçalo (PL). Apontado pela CPI das Milícias; não foi indiciado [20][21]
Pai 2008 com Douglas Ruas
Ruas foi secretário na prefeitura do pai a partir de 2021[27]. Em 2008, o relatório final da CPI das Milícias da Alerj listou o então vereador entre os “Lideres” de uma milícia no Jardim Catarina, com base em denúncias ao Disque Milícia, e pediu ao Ministério Público Eleitoral que investigasse[20]. Nelson não foi indiciado e nega as acusações[21].
Cada linha é um ato documentado e datado: campanha, anúncio, chapa, apoio, encontro, nomeação, cargo ou processo. Flávio fez campanha com Witzel e com Ruas, escolheu Castro e Canella para o Senado e sinalizou apoio a Bacellar. Amim, Pitombeira e Turnowski se ligam ao governo Castro, TH Joias a Bacellar e Capitão Nelson a Ruas, seu filho, não a uma escolha de Flávio. Flávio não é investigado nesses casos. Raphael Montenegro, secretário de Castro preso em 2021, ficou de fora porque o caso dele foi trancado pelo TRF-2[13].
Ver as ligações em tabela
| Pessoa | Situação | Ligação | Data | Fontes |
|---|---|---|---|---|
| Wilson Witzel | Ex-governador. Sofreu impeachment em 2021; réu no STJ por corrupção e lavagem | Campanha | out. 2018 | [5][9][1][22] |
| Cláudio Castro | Eleito governador do Rio em 2022. Inelegível até 2030, por decisão do TSE | Chapas do PL | 2022 | [6][2] |
| Candidato ao Senado | fev. 2026 | [6][4] | ||
| Marcus Amim | Ex-secretário de Polícia Civil de Castro. Preso preventivamente pela PF | Nomeação (com Cláudio Castro) | 2023 | [10][8] |
| Alessandro Pitombeira | Ex-secretário de Castro. Réu no TRF-2 em suposto esquema ligado ao CV | Secretário (com Cláudio Castro) | — | [11][13][17] |
| Allan Turnowski | Ex-chefe da Polícia Civil. Preso em 2022; responde em liberdade | Apoio à candidatura (com Cláudio Castro) | 2022 | [12][13] |
| Márcio Canella | Ex-prefeito de Belford Roxo, deputado estadual eleito. Preso preventivamente pela PF | Candidato ao Senado | fev. 2026 | [14][8][15][4][23] |
| Mãe na suplência | fev. 2026 | [14][8][15] | ||
| Apoio integral | abr. 2026 | [14][8][15][24] | ||
| Rodrigo Bacellar | Ex-presidente da Alerj. Réu no STF por obstrução de investigação | Sinal de apoio | mai. 2025 | [16][3] |
| Encontro em Búzios | jul. 2025 | [16][25][26] | ||
| TH Joias | Ex-deputado estadual. Réu na Justiça Federal por envolvimento com o CV | Vazamento (com Rodrigo Bacellar) | set. 2025 | [17][16] |
| Douglas Ruas | Governador eleito em 2026. Investigado pelo MPRJ, em fase inicial | Ato de campanha | out. 2026 | [18][19][21] |
| Capitão Nelson | Prefeito de São Gonçalo (PL). Apontado pela CPI das Milícias; não foi indiciado | Pai (com Douglas Ruas) | 2008 | [20][21][27] |
Senado
O selo da família
Em 24 de fevereiro, Flávio anunciou: “nossos candidatos ao Senado no Rio serão Cláudio Castro e Márcio Canella”[4]. Canella, o deputado estadual mais votado do Rio em 2022[14], recebeu mais que o nome: a mãe de Flávio, Rogéria Bolsonaro, foi escolhida sua primeira suplente[15].
Em março, o TSE declarou Castro inelegível até 2030 por abuso de poder político e econômico na reeleição de 2022[6]. Em julho, Canella foi preso em flagrante por posse ilegal de arma, com um fuzil no carro; a defesa diz que a arma era legal[23][8]. Em agosto, ele desistiu do Senado[23].
Canella
O que diz a PF
A PF prendeu Canella preventivamente em 15 de outubro[8][15]. Para a PF, ele é “patrono político” de um grupo que, segundo estimativa do Coaf, movimentou R$ 7,6 bilhões em postos de combustíveis, “ainda que não identificado como operador direto das movimentações financeiras do grupo”[28].
A PF cita áudios em que um capitão da PM, depois expulso, negocia com chefes do CV, como “intermediário dos interesses da gestão municipal” de Canella, o “recuo deliberado das incursões operacionais do Estado”[28]. A defesa diz que “tudo será esclarecido”[28]. Flávio não é investigado nesse caso.
Governo Castro
Polícia, secretários e Alerj
Dois ex-chefes da Polícia Civil do governo Castro foram presos: Allan Turnowski, em 2022, suspeito pelo MPRJ de receber propina do jogo do bicho[12], e Marcus Amim, em outubro de 2026, na operação que prendeu Canella[10][8]. Turnowski nega e responde em liberdade[13].
Bacellar, a quem Flávio sinalizou apoio para governador[3], é réu no STF por obstrução: segundo a acusação, passou a TH Joias informações da Operação Zargun[16][17]. No TRF-2, TH Joias e Pitombeira, ex-secretário de Castro, são réus em suposto esquema ligado ao CV[11].
Sucessão
A linha sucessória
Em 24 de março, o TSE declarou Castro inelegível e cassou o mandato de Bacellar, presidente da Alerj[29]. Três dias depois, Bacellar foi preso de novo[7]; em setembro, estava no presídio federal de Mossoró[30]. O vice, Thiago Pampolha, foi indicado ao TCE-RJ em 2025, numa manobra com a qual Flávio estava “alinhado”[3].
Quem governa hoje é o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto. Segundo o governo, 30 auditorias em contratos de ao menos R$ 2,6 bilhões da gestão Castro foram enviadas ao Ministério Público[31].
Eleito governador em outubro com apoio de Flávio[32], Douglas Ruas (PL) é investigado pelo MPRJ por suspeita de crimes licitatórios, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa[18]. Ruas nega e diz acreditar que o caso será arquivado[33].
Antes de ser secretário das Cidades de Castro[18], Ruas foi secretário na prefeitura do pai, o Capitão Nelson (PL)[27]. Em 2008, a CPI das Milícias apontou Nelson como um dos líderes de uma milícia em São Gonçalo, com base em denúncias ao Disque Milícia[20]. Ele não foi indiciado e nega[21].
Desculpas
Quatro vezes
Em 2020, Flávio pediu desculpas “a você que votou no governador Wilson acreditando em mim, no Bolsonaro”[34]. Sobre Bacellar, disse em 2025: “Houve precipitação na escolha do Bacellar”[26]. E, em 2026: “Se eu soubesse disso, jamais [apoiaria]”[35]. De Canella, aliados dizem que ele se afastou após a operação de julho[24].
Errar uma vez acontece. No Rio, foram quatro. Quem escolheu esses aliados quer escolher os ministros do país.
Método
Contra as investigações
Ao deixar o governo, em abril de 2020, Sergio Moro apontou “uma clara interferência política na Policia Federal”, com a troca de superintendentes “começando pelo Rio de Janeiro”[36]. Dois dias antes, numa reunião ministerial, Jair Bolsonaro dissera: “Eu não vou esperar foder a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meu”[37].
Na mesma reunião: “Por isso, vou interferir! E ponto final, pô!”[37]. A PF concluiu, em 2022 e de novo em 2026, que não houve interferência na corporação[38].
Em agosto de 2020, numa reunião com Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno e uma advogada de Flávio, Alexandre Ramagem sugeriu, segundo a PF, a “instauração de procedimento administrativo contra os auditores da Receita” para anular uma investigação contra Flávio[39]. Flávio diz que “nunca teve qualquer relação com a Abin”[39].
Rio
Quem manda no território
Na cidade do Rio, 42,4% da população vive sob controle ou influência de grupos armados. Na região metropolitana são 34,9%, cerca de 4 milhões de pessoas[40]. Lá, as milícias ocupam 49,4% da área sob domínio armado, e o Comando Vermelho controla 47,5% do território dominado[40].
No dia 25, o voto para presidente também decide quem chega junto.
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Referências40 fontes
- 01Estado de Minas (Estadão Conteúdo) · Witzel credita vitória no Rio ao apoio de Flávio BolsonaroEleito, Witzel agradece “a um jovem senador que, num gesto simbólico, contrariando até mesmo o 01 (Jair Bolsonaro), me deu a mão”, numa caminhada em Nova Iguaçu.(abre em nova aba)
- 02O Povo (Agência Estado) · Flávio costura alianças para dar palanque a Bolsonaro no RioFlávio Bolsonaro (PL) “foi escalado como o responsável por costurar as chapas do PL no Estado”, com Castro candidato à reeleição.(abre em nova aba)
- 03Diário do Rio · Com apoio de Flávio Bolsonaro, Bacellar ganha força como sucessor de Castro no RJ“Senador Flávio Bolsonaro sinaliza apoio a Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj”, “favorito de Cláudio Castro para o governo do RJ em 2026”.(abre em nova aba)
- 04InfoMoney (Estadão Conteúdo) · Flávio: ‘nossos candidatos ao Senado no Rio serão Cláudio Castro e Márcio Canella’Flávio Bolsonaro anuncia Cláudio Castro e Márcio Canella como candidatos ao Senado no Rio.(abre em nova aba)
- 05Agência Brasil · Tribunal especial aprova impeachment de WitzelO Tribunal Especial Misto aprova o impeachment de Witzel por 10 votos a 0; ele fica inelegível por cinco anos.(abre em nova aba)
- 06Agência Brasil · TSE condena Cláudio Castro e ex-governador fica inelegível até 2030Por 5 votos a 2, o TSE declara Castro inelegível até 2030 por abuso de poder político e econômico na eleição de 2022.(abre em nova aba)
- 07CNN Brasil · Rodrigo Bacellar é preso novamente pela PF no RioA PF prende Bacellar de novo, após decisão do STF, na terceira fase da Operação Unha e Carne; a defesa chama a prisão de “indevida e desnecessária”.(abre em nova aba)
- 08Jornal de Brasília (Folhapress) · PF prende deputado estadual eleito Márcio Canella e ex-chefe de Polícia Civil do RJA PF prende Canella, deputado estadual eleito, e Marcus Amim na Operação Unha e Carne, autorizada por Moraes; Amim assumiu a Polícia Civil “após pressão de deputados estaduais”; em julho, a defesa disse que o fuzil era legal.(abre em nova aba)
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- 10Metrópoles · Quem é Marcus Amim, ex-chefe da Polícia Civil do Rio preso pela PFAmim foi escolhido por Castro para a Secretaria de Polícia Civil e preso na 8ª fase da Unha e Carne; os crimes investigados incluem organização criminosa armada e lavagem.(abre em nova aba)
- 11Metrópoles · TH Joias e delegado da PF viram réus por ligação com o CVA 1ª Seção do TRF-2 torna réus, por unanimidade, TH Joias e o ex-secretário estadual de Esportes Alessandro Pitombeira, em suposto esquema ligado ao CV.(abre em nova aba)
- 12Metrópoles · Veja quem é Allan Turnowski, ex-chefe da Polícia Civil preso no RioTurnowski chefiava a Polícia Civil desde 2020 e saiu para ser candidato a deputado federal pelo PL com apoio de Castro; o MPRJ o suspeita de receber propina do jogo do bicho.(abre em nova aba)
- 13InfoMoney · Quem são os integrantes do governo Castro presos por suspeita de ligação com tráficoPitombeira foi secretário de Esporte de Castro; Turnowski nega e responde em liberdade; a ação contra Raphael Montenegro foi trancada pelo TRF-2.(abre em nova aba)
- 14Itatiaia · Conheça a carreira política de Márcio Canella, pré-candidato ao Senado pelo RJCanella, ex-prefeito de Belford Roxo, foi o deputado estadual mais votado do Rio em 2022, com 181.274 votos.(abre em nova aba)
- 15Poder360 · Mãe de Flávio foi escolhida como suplente de Canella, preso pela PFRogéria Bolsonaro foi escolhida 1ª suplente da pré-candidatura de Canella ao Senado; Flávio publicou vídeo de apoio em 22 de abril; Canella foi preso preventivamente.(abre em nova aba)
- 16Migalhas · STF torna réus Rodrigo Bacellar, TH Joias e desembargador por obstrução de investigaçãoA 1ª Turma do STF torna Bacellar réu por obstrução: segundo a acusação, soube antes da Operação Zargun, contra chefes do CV, o que permitiu retirar provas; a defesa espera a absolvição.(abre em nova aba)
- 17Agência Brasil · TH Joias, ex-deputado no Rio, vira réu por envolvimento com CVTH Joias vira réu na Justiça Federal por organização criminosa e tráfico, entre outros crimes; Pitombeira “vazava dados policiais”; Bacellar “foi acusado de passar informações da Zargun para TH Joias”.(abre em nova aba)
- 18Metrópoles · MPRJ investiga Ruas por suspeita de lavagem de dinheiro e crime licitatórioO MPRJ investiga Douglas Ruas (PL), ex-secretário das Cidades de Castro, por “suspeitas de crimes licitatórios, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa”.(abre em nova aba)
- 19Metrópoles · Entenda o que acontece com investigação sobre Douglas Ruas após eleiçãoRuas vence no 1º turno após a retotalização, com 50,88% dos válidos; a investigação “está em fase inicial”.(abre em nova aba)
- 20Alerj (reproduzido pelo Congresso em Foco) · Relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar a ação de milícias no âmbito do Estado do Rio de JaneiroLista o “Vereador Nelson Ruas dos Santos (“Capitão Nelson”)” entre os “Lideres” da milícia do Jardim Catarina, segundo o Disque Milícia (p. 201), e pede ao Ministério Público Eleitoral que investigue (p. 110); ele não está entre os indiciados.(abre em nova aba)
- 21Agência Brasil · Flávio Bolsonaro faz ato no Rio ao lado de Douglas RuasAo lado de Ruas, Flávio diz que os dois estão alinhados em “declarar guerra” ao crime organizado.(abre em nova aba)
- 22Gazeta do Povo · Como o governador Wilson Witzel passou de amigo a inimigo de BolsonaroBolsonaro “optou pela neutralidade” na disputa pelo governo do Rio em 2018; Witzel cresceu após agendas com Flávio.(abre em nova aba)
- 23CNN Brasil · Segundo aliado de Flávio no RJ desiste do Senado após ser alvo de operaçãoCanella desiste do Senado para disputar vaga de deputado estadual; em julho, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma, com um fuzil no carro.(abre em nova aba)
- 24CNN Brasil · PT quer colar Flávio a deputado preso no Rio; PL busca conter desgasteEm abril, Flávio reafirmou “apoio integral, 100%” a Canella; aliados dizem que ele se afastou após a operação da PF de julho.(abre em nova aba)
- 25São João da Barra 24 Horas · Rodrigo Bacellar e Flávio Bolsonaro reúnem lideranças políticas em Búzios para discutir cooperação no estadoBacellar, governador em exercício, e Flávio reúnem prefeitos, deputados e secretários em Búzios.(abre em nova aba)
- 26Terra (O Globo) · Flávio Bolsonaro afirma que apoio a Rodrigo Bacellar foi ‘precipitado’Em frente ao Senado, Flávio diz: “Houve precipitação na escolha do Bacellar”.(abre em nova aba)
- 27Poder360 · Saiba quem é Douglas Ruas, eleito governador do RJ após decisão do TSEEm janeiro de 2021, Ruas assumiu a Secretaria Municipal de Gestão Integrada e Projetos Especiais de São Gonçalo, “na gestão de seu pai”; o MPRJ arquivou a apuração de nepotismo.(abre em nova aba)
- 28O Tempo (Folhapress) · PF diz que Canella é ‘patrono’ de grupo que movimentou R$ 7,6 bi e cita acordo com CVPara a PF, Canella é “patrono político” de grupo que movimentou R$ 7,6 bilhões (estimativa do Coaf), “ainda que não identificado como operador direto”; áudios de um capitão da PM negociando com chefes do CV; a defesa diz que “tudo será esclarecido”.(abre em nova aba)
- 29Diário do Rio · Caso Ceperj: TSE impõe inelegibilidade a Castro e cassa mandato de BacellarO TSE declara Castro inelegível (5 a 2) e cassa o mandato de Bacellar (6 a 1).(abre em nova aba)
- 30CNN Brasil · Mulher de Bacellar denuncia maus-tratos: “Que seja tratado como ser humano”Bacellar está preso no presídio federal de Mossoró (RN); é réu no STF por obstrução desde agosto.(abre em nova aba)
- 31Agenda do Poder · Governo conclui 30 auditorias em contratos de R$ 2,6 bilhões da gestão Cláudio CastroPor ordem do governador em exercício, Ricardo Couto, o governo conclui 30 auditorias em contratos de ao menos R$ 2,6 bilhões e envia os resultados ao MPRJ.(abre em nova aba)
- 32Courthouse News · Rio court confirms Flávio Bolsonaro ally’s first-round victory“Douglas Ruas, backed by presidential candidate Flávio Bolsonaro, won the gubernatorial election in the first round.”(abre em nova aba)
- 33IstoÉ · Eleito governador do Rio, Douglas Ruas seguirá sob investigação; entendaRuas nega irregularidades e “acredita que o procedimento será arquivado”; a investigação “não significa que Ruas tenha sido condenado”.(abre em nova aba)
- 34Diário do Rio · Flávio Bolsonaro pede desculpas por ter feito campanha para Witzel na eleição para governadorFlávio: “Peço desculpas a você que votou no governador Wilson acreditando em mim, no Bolsonaro.”(abre em nova aba)
- 35Exame · Flávio Bolsonaro diz que não sabia de acusações contra Bacellar ao apoiar candidaturaNa sabatina da TV Globo, Flávio diz sobre Bacellar: “Se eu soubesse disso, jamais [apoiaria]”.(abre em nova aba)
- 36Agência Câmara · Ao se demitir, Moro aponta tentativa de interferência política na Polícia FederalMoro aponta “uma clara interferência política na Policia Federal”; depois do diretor-geral, a troca de superintendentes começaria “pelo Rio de Janeiro”.(abre em nova aba)
- 37Poder360 · Leia a íntegra da transcrição da reunião ministerial de 22 de abrilTranscrição da reunião de 22 de abril de 2020: “Eu não vou esperar foder a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meu” e “Por isso, vou interferir! E ponto final, pô!”.(abre em nova aba)
- 38Gazeta do Povo · PF contraria Moraes e Gonet e repete que Bolsonaro não interferiu em investigaçõesA PF concluiu em 2022 e de novo em relatório de 2 de abril de 2026 que não houve interferência; Moraes manteve o inquérito aberto.(abre em nova aba)
- 39CNN Brasil · Abin Paralela: áudio aponta que Bolsonaro e Ramagem discutiram plano para anular investigação contra Flávio BolsonaroSegundo a PF, Ramagem sugeriu procedimento contra auditores da Receita para anular a investigação contra Flávio, em reunião com Bolsonaro, Heleno e uma advogada de Flávio; Flávio nega relação com a Abin.(abre em nova aba)
- 40GENI/UFF e Fogo Cruzado · Atualização do Mapa Histórico dos Grupos ArmadosDados de 2024: 42,4% da população da cidade do Rio e 34,9% da região metropolitana sob controle ou influência de grupos armados; CV com 47,5% do território controlado; milícias com 49,4% da área sob domínio.(abre em nova aba)