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Mapa do Segundo Turno

15/ 33Promessa e histórico

A promessa é manter. O histórico é outro.

Flávio Bolsonaro diz que vai manter os programas sociais[1][2]. O governo do pai de Flávio propôs cortar 59% da verba do Farmácia Popular[3], e ele votou contra a PEC que garantiu o Bolsa Família de R$ 600[4][5].

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A verba dos remédios gratuitos× = vezes o proposto para 2023
  1. Aprovado em 2022R$ 2,04 bi 2,4×

    Verba para remédios gratuitos do Farmácia Popular no Orçamento aprovado · 2022 [3]

  2. Proposto para 2023R$ 842 mi

    Verba prevista no projeto de Orçamento do governo Bolsonaro · enviado em agosto de 2022 [3]

Era uma proposta do projeto de Orçamento de 2023, não o gasto executado. Valores nominais.

Ver os números em tabela
CasoValorO que o valor medePeríodo
Aprovado em 2022R$ 2,04 biVerba para remédios gratuitos do Farmácia Popular no Orçamento aprovado2022
Proposto para 2023R$ 842 miVerba prevista no projeto de Orçamento do governo Bolsonaroenviado em agosto de 2022

Farmácia

A proposta de cortar 59%

Em agosto de 2022, o governo Bolsonaro enviou o projeto de Orçamento de 2023 com corte de 59% na verba dos remédios gratuitos do Farmácia Popular: de R$ 2,04 bilhões para R$ 842 milhões[3]. Naquele ano, o programa atendeu 20,7 milhões de pessoas[6].

Voto

Contra a PEC dos R$ 600

O projeto de Orçamento do governo Bolsonaro previa Auxílio Brasil médio de R$ 405 em 2023. Os R$ 600 iam só até dezembro de 2022[7]. A PEC da Transição garantiu o Bolsa Família de R$ 600 e o aumento real do salário mínimo[5].

O senador Flávio votou contra a PEC nos dois turnos[4]. Ele a chamou de "uma carta em branco" e "um tiro no pé do Congresso"[5].

Plano

O que o plano não diz

O plano registrado no TSE promete "manter os programas sociais existentes" e não cita o Farmácia Popular[1]. Flávio diz: "É mentira que eu acabaria com o Bolsa Família" e "O Bolsa Família é sagrado, ninguém toca". Não detalhou custos nem fontes de financiamento[2].

Daniella Marques formulou a proposta econômica da pré-campanha. Ela apresentou um corte de gastos de cerca de R$ 190 bilhões, 1,5% do PIB, sem detalhar quais despesas permanentes cairiam[8].

No dia 25, o voto pesa a promessa contra o histórico.

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Referências08 fontes

  1. 01Jovem Pan · Plano de governo de Flávio Bolsonaro contradiz montagens espalhadas na webO plano registrado no TSE promete "manter os programas sociais existentes" e não cita o Farmácia Popular.(abre em nova aba)
  2. 02O Tempo · Flávio Bolsonaro rebate Lula e nega acabar com Bolsa Família se for eleitoAs falas de Flávio sobre o Bolsa Família; ele não detalhou custos nem fontes de financiamento.(abre em nova aba)
  3. 03Estadão Conteúdo (Mercado&Consumo) · Corte no orçamento da Farmácia Popular atinge 13 medicamentosProjeto de Orçamento de 2023 previa R$ 842 milhões, ante R$ 2,04 bilhões em 2022: corte de 59%.(abre em nova aba)
  4. 04O Tempo · Veja como votaram os senadores na PEC da TransiçãoFlávio Bolsonaro (PL-RJ) votou contra a PEC nos dois turnos.(abre em nova aba)
  5. 05Agência Senado · Sob intenso debate, PEC da Transição é aprovada no SenadoA PEC garante o Bolsa Família de R$ 600 e o aumento real do mínimo; as falas de Flávio na votação.(abre em nova aba)
  6. 06Conselho Federal de Farmácia · Saúde anuncia que todos os medicamentos do Farmácia Popular agora são gratuitosO programa atendeu 20,7 milhões de pessoas em 2022.(abre em nova aba)
  7. 07Rádio Senado · Orçamento de 2023 prevê Auxílio Brasil de R$ 405, mas equipe econômica promete negociar manutenção dos R$ 600O projeto previa Auxílio Brasil médio de R$ 405; os R$ 600 iam até dezembro de 2022.(abre em nova aba)
  8. 08Gazeta do Povo · Daniella Marques diz que plano de Flávio Bolsonaro prevê corte de R$ 190 bi em gastosCorte de 1,5% do PIB, cerca de R$ 190 bilhões, sem detalhar quais despesas permanentes cairiam.(abre em nova aba)
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